Roupaterapia: você se veste para você ou para o outro?

Por Aline Nunes


Pergunta difícil, né? O ato de se vestir é único, libertador, você tem a chance de colocar tudo aquilo que sente e pensa dentro de uma roupa. Isso não pode ser algo feito no automático ou simplesmente pautado em alguma reunião que você vai ter, ou aquela pessoa que você vai encontrar. Se você só se baseia no outro, você nunca foca em você. Logo, você deve estar bem carente de uma identidade visual, uma assinatura de estilo.




Eu criei a #TiraDoArmario há dois anos justamente para ajudar todos vocês a colocarem um sentido no guarda-roupa. A roupa fala o que somos, então não pode ser só um pano socado no fundo do armário, certo?

Então vamos lá, no vídeo do canal nesta semana eu ensinei 5 passos para você iniciar esse processo de autoconhecimento e colocar a roupaterapia em prática. Um deles eu já iniciei com vocês no Instagram: pegar uma roupa que está parada há pelo menos três meses e tentar usá-la durante o dia. Se ao final do dia você não enxergar mais sentido, ok, coloca na pilha de roupas que vão embora.


Às vezes, você gosta muito de roupa e, inclusive, usou ela durante muito tempo, de mil maneiras. Mas num determinado momento da vida ela "estaciona" na sua prateleira. E você, por motivos de muito apego emocional, não consegue se despedir dela. Você lembra da festa, do restaurante, do encontro em que esteve com ela e tudo vira uma eterna lembrança. Seu guarda-roupa, assim como você, precisa viver o momento presente e não passado ou futuro. Já ouviram falar de Mindfulness? É uma prática de focar no presente e tirar o melhor que ele tem a oferecer e, quem sabe, até descobrir um propósito.


VAMOS PRATICAR O #TiraDoArmario?


Reveja o vídeo e comece o desapego emocional por aí:

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