Meteoro da paixão: um mal necessário...

Atualizado: 26 de Out de 2019

Por Aline Nunes


Você só pensa nele (nela), só que vê-lo (la), todo tempo existente do dia nunca parece ser o suficiente para continuar vivendo e respirando tudo aquilo. Alguns especialistas em “amor” arriscam dizer que ela é passageira, fogo de palha, gera sintomas tóxicos e, inclusive, irreparáveis. A paixão vem varrendo tudo e poucos constroem bases sólidas diante de tanto entusiasmo e euforia.


Mas se você ainda não entendeu onde quero chegar e está achando que esse texto é de uma fã do Luan Santana, autor do hit Meteoro, errrrrrrrrrrrrou! Esse aqui é mais um sacudão, tapa na cara de amor, chacoalhão que venho dar em vocês. Permita-se se apaixonar, se arriscar, viver perigosamente alguma coisa na sua vida, sair do monótono, sentir aquele frio na barriga, ter aquele baita medo de errar, se jogar na arena! Vamos lá...


Nesse segundo semestre, venho vivendo um caso sério de amor com a autora e pesquisadora americana Brené Brown. Se você ainda não viu nada dela, comece pelo TED, no YouTube. Entre todas as maravilhas que ela ensina está justamente o conceito de “se jogar na arena”, de viver sem se preocupar com o julgamento alheio, se expor, quebrar a cara, enxergar acertos e erros, se apaixonar, enfim, se jogar literalmente num relacionamento, projeto, no que você quiser...


“Vulnerabilidade é o centro da vergonha, do medo e da nossa luta por merecimento, mas também é a origem da felicidade, da criatividade, do merecimento e do amor” (Brené Brown)


Quem se joga mais, está mais aberto a conexões, exercita a criatividade, a paciência e o crescimento. Ninguém falou aqui para você sair dizendo “sim” para tudo. Reforço aqui que esse discurso é para te “destravar”, para você parar de ficar esperando o timing perfeito para começar x, y ou z coisa. Comece hoje, comece agora! Sinta o fogo da paixão, sem “julgar” de brega isso que escrevi. Pode até ser, e daí?


Muita gente comenta que faço muita coisa e me perguntam: como você consegue fazer tanta coisa? Sim, é bastante coisa, mas é bastante coisa que amo, que faz meus olhos brilharem. Tô em busca do meteoro, da paixão, sem medo das consequências. E não tem nada de arrogância nisso, viu? Quem disse que o frio na barriga não existe? Tenho - e muito! Mas estou aí, me jogando na arena, expondo as vulnerabilidades. Especialmente, para ajudar todos vocês a tirarem o melhor de vocês do armário!

“Pessoas vulneráveis têm a coragem de serem imperfeitas, serem gentis consigo mesmas e depois com os outros. São compassivas, como resultado da autenticidade“ (Brené Brown)

TED: O poder da vulnerabilidade - Brené Brown




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